Aparecida, 31/07/2026

Damares afirma que Bolsonaro corre risco de morte se cumprir pena em regime fechado

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A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) declarou que Jair Bolsonaro (PL) corre risco de morte caso tenha que cumprir pena em regime fechado, como no Complexo da Papuda, no Distrito Federal, em razão de seu estado de saúde. Por 4 votos a 1, a Primeira Turma do STF condenou o ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão em regime fechado.

“Em cima da mesa dele tem uma caixa de remédio. Aquele intestino só funciona com remédios que são tomados na hora certa”, defendeu a ex-ministra de Jair. Segundo ela, o réu já tem idade avançada para se lembrar de tomar os medicamentos. “Você acha que lá no presídio alguém vai lembrá-lo da hora do remédio? Um senhor de 70 anos, como Bolsonaro, é extremamente distraído.”

Veja as fotos

Foto: Alan Santos/PR / Foto: Wilton Junior/Estadão
Damares e Jair BolsonaroFoto: Alan Santos/PR / Foto: Wilton Junior/Estadão
Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Damares Alves quando ministra do governo anterior, com Jair BolsonaroFoto: Valter Campanato/Agência Brasil
Reprodução: Senado Federal
Senadora Damares Alves (Republicanos/DF)Reprodução: Senado Federal
Foto: Antonio Augusto/STF
BolsonaroFoto: Antonio Augusto/STF
Reprodução: Metrópoles
Bolsonaro registra presença no jardim de casa no quinto dia do julgamento no STFReprodução: Metrópoles

Damares também citou as frequentes crises de soluço que acometem o ex-presidente. “Imagina Bolsonaro com uma crise respiratória, que precisará de socorro imediato. Quem vai gritar até a hora do socorro chegar?”, questionou. As informações são da revista Veja.

Por fim, comentou sobre os cuidados de Michelle, esposa de Bolsonaro, durante a prisão domiciliar: “Se ele for com o regime fechado, o corpo dele não vai aguentar mesmo. A alimentação dele é extremamente delicada. A (ex-primeira-dama) Michelle não está trabalhando à tarde. Está ficando de manhã em casa, porque é ela que faz a comida”.

Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, decretada em 4 de agosto pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.