Você já ouviu falar dos outrovertidos?
Já imaginou descobrir que existe um tipo de personalidade diferente da introvertida e da extrovertida? Pois é, agora temos também os outrovertidos. E o mais curioso é que, segundo o psiquiatra Rami Kaminski, todos nós já nascemos assim.
O que significa ser outrovertido
Enquanto introvertidos preferem a introspecção e extrovertidos buscam energia no convívio social, os outrovertidos são aquelas pessoas que simplesmente não se sentem obrigadas a pertencer a um grupo. Elas não precisam de rótulos, não buscam se encaixar em uma identidade coletiva e não ligam para a validação social.
Todos nascemos outrovertidos
De acordo com Kaminski, todos nós começamos a vida como outrovertidos. É só com o tempo, e com o peso da cultura e da educação, que vamos aprendendo a nos identificar com grupos, times, religiões, estilos de vida e comunidades.
Vantagens dessa personalidade
Não se prender a grupos pode ter consequências sociais — afinal, vivemos em uma cultura que valoriza o pertencimento. Mas também traz pontos positivos:
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Mais originalidade
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Independência emocional
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Maior capacidade de criar ideias livres, sem a pressão do pensamento coletivo
Em outras palavras, os outrovertidos conseguem pensar fora da caixa de um jeito genuíno.
Uma mente livre e sem medo de rejeição
Outrovertidos não têm medo da rejeição social, não precisam convencer ninguém sobre seu valor e não dependem do apoio constante de terceiros. Isso pode parecer estranho em um mundo em que todos procuram grupos para se sentir seguros, mas, para eles, essa liberdade é natural.
Curiosidade extra
Personalidades livres de rótulos sempre existiram na história. Muitos artistas, filósofos e cientistas que revolucionaram suas épocas só conseguiram fazer isso porque se distanciaram do “pensamento de grupo”. Será que alguns deles eram, no fundo, outrovertidos?