Aparecida, 26/06/2026

Trump mudou as regras de economia de água por amor ao cabelo

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Já imaginou um presidente dos Estados Unidos acordando, indo tomar banho e decidindo mudar a lei por causa do chuveiro? Pois foi exatamente isso que Donald Trump fez no dia 9 de abril de 2025. Ele assinou uma ordem executiva que muda as regras de fluxo de água em chuveiros, pias e máquinas de lavar louça — tudo para acabar com o que chamou de “drip, drip, drip ridículo”.

E sim, o argumento principal envolvia… seu cabelo.

“Preciso de 15 minutos pra molhar o cabelo!”

Trump, sempre teatral, reclamou que com os regulamentos atuais era quase impossível tomar um banho decente:

“Tenho que ficar 15 minutos debaixo do chuveiro pra molhar meu lindo cabelo. Sai só um pingo, é ridículo.”

Com essa declaração digna de stand-up político, ele anunciou a volta ao padrão de 2,5 galões por minuto, como era antes de 1992 — quando as regras de economia de água foram endurecidas para reduzir o consumo e preservar o meio ambiente.

Uma guerra contra o “banho econômico”

As normas antigas haviam sido reforçadas no governo Obama e retomadas por Biden. Elas limitavam o fluxo de água nos chuveiros a menos de 2 galões por minuto. A ideia era simples: economizar água e energia, especialmente nos Estados Unidos, onde o consumo médio é bem alto.

Mas Trump viu nessa regulação uma afronta à liberdade americana — e, aparentemente, à integridade de seu penteado.

Banho mais forte ou planeta mais seco?

A medida dividiu opiniões:
Para ambientalistas, isso é um retrocesso. O uso racional da água ajuda a combater crises hídricas e economiza energia elétrica.
Para os apoiadores de Trump, é um símbolo contra o excesso de burocracia e a interferência do governo até no chuveiro das pessoas.

E o argumento da “liberdade no banheiro” acabou pegando.

Curiosidades que escorrem junto com essa história

Os chuveiros americanos, mesmo com fluxo reduzido, ainda consomem mais água do que a média mundial.
Um banho de 10 minutos com 2,5 galões por minuto usa mais de 90 litros de água.
Trump não foi o único presidente com hábitos higiênicos famosos: dizem que Napoleão mandava cartas para Josefina pedindo que ela não tomasse banho antes de vê-lo. Já pensou isso em decreto?

O que tudo isso diz sobre o mundo de hoje?

No fim das contas, esse episódio se resume em um presidente enfrentando regulamentos ambientais com um pente na mão e o cabelo molhado.