Aparecida, 10/07/2026
Irmão de Virginia Fonseca é condenado por importunação sexual em Goiás

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Irmão de Virginia Fonseca é condenado por importunação sexual em Goiás

Caso ocorreu em 2023. Defesa de William Gusmão afirmou que discorda da condenação e que pretende entrar com recurso.

Ludmilla Ruffo
Ludmilla Ruffo

O irmão da influenciadora Virgínia Fonseca, William Pimenta Gusmão, foi condenado pelo crime de importunação sexual  contra a empreendedora Lilly Martins, em 2023, em Jussara, no noroeste de Goiás. No início, William chegou a ser absolvido, mas após recurso, foi condenado por uma decisão unânime da 4ª Turma da 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás.

Em nota, a defesa de William afirmou que discorda da condenação, que a decisão não é definitiva e que pretende entrar com recurso, pois acredita na inocência do acusado (leia a nota completa ao final do texto).

Com a nova decisão, a Justiça acatou a condenação contra William por uma de duas acusações de importunação sexual feitas no mesmo processo.

Segundo a defesa de William, ele foi condenado à pena mínima de 1 ano de reclusão, sem condenação a danos morais, mas os advogados ainda aguardavam pelo acórdão da Justiça para conferir a pena imposta.

Nota da defesa de William Pimenta

“A defesa técnica de William Pimenta Gusmão vem a público manifestar-se sobre a recente decisão proferida pela 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.

Informamos que a decisão não é definitiva, pois trata-se do julgamento de um recurso dos assistentes de acusação. Embora a defesa respeite o entendimento dos Desembargadores do Tribunal de Justiça de Goiás, manifesta sua veemente discordância com a condenação, uma vez que o réu nega peremptoriamente a prática do fato que lhe é falsamente imputado.

O Ministério Público, tanto em primeira instância, por meio do Promotor de Justiça quanto em grau de recurso, por meio do Procurador de Justiça emitiu pareceres favoráveis à absolvição de William Gusmão, constatando a flagrante ausência de provas e de materialidade delitiva.

Diante da inocência do acusado e da contradição entre o resultado do julgamento e o entendimento no Ministério Público e da linha de defesa e considerando que a decisão não é definitiva, ainda cabem recursos aos Tribunais Superiores, que serão utilizados dentro das possibilidades legais.”